segunda-feira, 21 de novembro de 2011

As vezes achamos que já estamos curadas e imunes.
Aí o tempo mostra que nem tão curada e muuuuuito menos totalmente imune como pensávamos.
E o melhor nessas horas é manter a distância segura porque como diz a música: 'a carne é fraca e o coração é vagabundo".
FATO!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Da série: Conversas no msn

Ele diz: Não gostar dele foi uma opção sua.
Ela diz: Não gostar dele foi o que me restou.

domingo, 11 de setembro de 2011

Depois de um delay de 9 meses ele se arrependeu das inúmeras besteiras que fez antes, durante e depois do (s) relacionamento (s). 
E ficou surpreso quando ela disse que não gostava mais dele e que não queria tentar MAIS uma vez.
Disse muitas coisas bonitas, disse até que casaria.
Mas agora é tarde. 
Inês é morta. 
A Princesa não acredita mais.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Pronto! Desisti de tentar entender os porquês do post anterior.
Eu até que tentei, mas tem gente que é idiota ao extremo, aí fica difícil.
FODA-SE!

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Tão estranho ver o status como on line no MSN, disponível no Gtalk ou em qualquer bate papo e não trocar uma palavrinha se quer.
Queria saber o que aconteceu para tudo ficar assim.
Queria saber se  ainda bisbilhota meus escritos, se interessa pela minha vida.
Queria saber porque nã deu certo. Por que não deu certo?



terça-feira, 5 de julho de 2011

Ahhh... Chico

"Minha vida querido; Não é nenhum mar de rosas; Volta não; Segue em paz"
"Deixe em paz meu coração; Que ele é um pote até aqui de mágoa"
“Quantas guerras terei que vencer por um pouco de paz?”
"Agora mora o meu coração sozinho como quer; Sem outra dor senão a dor de ser mulher"
"A gente vai contra a corrente; Até não poder resistir"
"E pela minha lei A gente era obrigado a ser feliz"

segunda-feira, 4 de julho de 2011

 
(...) O fato é que tenho nas minhas mãos um destino e no entanto não me sinto com o poder de livremente inventar: sigo uma oculta linha fatal. Sou obrigado a procurar uma verdade que me ultrapssa. (...) eu que quero sentir o sopro do meu além. Para ser mais do que eu, pois pouco sou. Escrevo por não ter nada a fazer no mundo: sobrei e não há lugar para mim na terra dos homens. Escrevo pois sou um desesperado e estou cansado, não suporto mais a rotina de me ser (...)
Clarice Lispector, em A Hora da Estrela