quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Matar não mata, mas machuca...


Eu sempre digo às minhas amigas -e a mim também - que ninguém nunca morreu de amor. E de fato ninguém nunca morreu mesmo, mas o que eu estou descobrindo é que quando o sentimento não é correspondido ele machuca.
E como eu tenho me machucado. Há um tempo eu levei um ‘brááááá’, doooooeeeeeeeeuuu horrores. Até pensei que não conseguiria levantar. Mas como eu sou uma menina forte e cheia de amigos, consegui superar a ‘porrada’. Demorou um pouquinho, mas deu certo.
Daí eu pensei que já estava preparada e decidi brincar de amar de novo. Tudo bem, tudo lindo até o dia que as situações começaram a se repeti. E aí eu pensei (de novo): “Ninguém morre de amor, não vou ser eu quem vai morrer, né??? Dessa vez vai ser diferente, tem tudo para ser diferente, o final não vai se repeti”.
E me joguei. E bati de frente com as diferenças. E fechei os olhos para as evidências que me mostravam que não daria certo. E não deu...
E eu levei mais um ‘brááááá’, pior do que o primeiro. Pela segunda vez consecutiva,levei uma porrada segura. Morrer eu não morri, mas tô bem machucada. E tá doendo tanto...

domingo, 8 de novembro de 2009

"(...) Porque já não temos mais idade para, dramaticamente, usarmos palavras grandiloqüentes como "sempre" ou "nunca". Ninguém sabe como, mas aos poucos fomos aprendendo sobre a continuidade da vida, das pessoas e das coisas. Já não tentamos o suicidio nem cometemos gestos tresloucados. Alguns, sim - nós, não. Contidamente, continuamos. E substituimos expressões fatais como "não resistirei" por outras mais mansas, como "sei que vai passar". Esse o nosso jeito de continuar, o mais eficiente e também o mais cômodo, porque não implica em decisões, apenas em paciência."
Caio Fernando Abreu

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

A imagem fala por si


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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Pensando em você


Nessas dias de reclusão tenho sentido muito a sua falta. Achava que daria certo. Aliás, eu sempre acho que dá certo, né? Apesar de todas as diferenças, temos muitas coisas em comum. E nos dávamos tão bem, era tão bom estar junto de você. E tinha tudo para ser uma história bonita.
Por várias vezes me pego pensando no motivo de não ter dado certo . O momento? Eu? Você? Na verdade, eu vivo é tentando inventar desculpas para justificar uma coisa que não tem justificativa. Não deu certo porque não tinha que dá! Porque não rolava carinho mútuo. Não deu certo porque para uma história seguir em frente, as duas pessoas têm que estar na mesma sintonia e nós não estávamos.
É, nós não estávamos...
Eu preciso colocar isso na cabeça e mostrar para o meu coração que nós não estávamos na mesma sintonia. Mas, tadinho... Ele tem problemas, só aprende no tranco. Só que eu já estou cansada, portanto, está na hora dele aprender que não dá mais para esperar o seu tempo.
Só que fica difícil porque quando a gente (eu e o coração) começa a se acostumar com a sua ausência, você aparece e vai por água abaixo todo o esforço de dias. E aparece para que?? Para nada demais, só para conversar potoca e lembrar o meu coração de não te esquecer.
E lá vou eu começar todo o processo de esquecimento de novo... Um dia eu consigo concluir, consigo mesmo!!!

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Nuvem Cinza


Nos últimos dias uma nuvem cinza e pesada teima em ficar sobre a minha cabeça. Gosto disso não! Quero os meus dias coloridos, minha alegria, meu sorriso largo de volta. Quero voltar a ser eu.
Mas, como?
Confesso que tá difícil.
Confesso que estou com medo disso tudo.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Livrai-me


Da inveja
Da maldade
Dos pensamentos ruins
Das atitudes mesquinhas
Das pessoas más
De todo o mal

AMÉM

domingo, 11 de outubro de 2009

Quando a gente gosta


Quando a gente gosta é ph@#% (desculpem o palavrão, mas só ele para descrever). Há alguns dias eu disse que tava juntando os brinquedinhos e tals. Choreeeeeeeeeeeeeeeeeeei feito uma condenada, prometi não ligar, não aceitar convites pra sair...

Mas hoje, depois do almoço em família , ao chegar em casa fui olhar o celular, AQUELE celular e não é que tinha uma ligação. E não é que era dele!!! Quando vi aquele número, meu coração deu puuuulos. Depois de dias de sumiço ele resolveu aparecer.

Retornei a ligação, conversa vai, conversa vem... Uns 15 minutos depois eu aceitei o convite para ver o jogo do Brasil, para lanchar, conversar...

Pensando racionalmente, eu não deveria ter aceito o convite, mas o coração falou mais alto e eu fui... Mesmo achando que amanhã você não vai ligar, que só vai aparecer no fim de semana, mesmo assim eu fui.

Fui porque no fundo, eu ainda acredito que pode dar certo. Fui porque quando a gente gosta é ph@#%.

Bastaram apenas 15 minutinhos para você conseguir o que um alguém passou todo o final de semana tentando. Talvez, um dia, quem sabe eu consiga resistir aos seus convites, como consigo resistir aos de um alguém. Por enquanto eu não consigo, porque quando a gente gosta é ph@#%.