sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Pronto! Desisti de tentar entender os porquês do post anterior.
Eu até que tentei, mas tem gente que é idiota ao extremo, aí fica difícil.
FODA-SE!

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Tão estranho ver o status como on line no MSN, disponível no Gtalk ou em qualquer bate papo e não trocar uma palavrinha se quer.
Queria saber o que aconteceu para tudo ficar assim.
Queria saber se  ainda bisbilhota meus escritos, se interessa pela minha vida.
Queria saber porque nã deu certo. Por que não deu certo?



terça-feira, 5 de julho de 2011

Ahhh... Chico

"Minha vida querido; Não é nenhum mar de rosas; Volta não; Segue em paz"
"Deixe em paz meu coração; Que ele é um pote até aqui de mágoa"
“Quantas guerras terei que vencer por um pouco de paz?”
"Agora mora o meu coração sozinho como quer; Sem outra dor senão a dor de ser mulher"
"A gente vai contra a corrente; Até não poder resistir"
"E pela minha lei A gente era obrigado a ser feliz"

segunda-feira, 4 de julho de 2011

 
(...) O fato é que tenho nas minhas mãos um destino e no entanto não me sinto com o poder de livremente inventar: sigo uma oculta linha fatal. Sou obrigado a procurar uma verdade que me ultrapssa. (...) eu que quero sentir o sopro do meu além. Para ser mais do que eu, pois pouco sou. Escrevo por não ter nada a fazer no mundo: sobrei e não há lugar para mim na terra dos homens. Escrevo pois sou um desesperado e estou cansado, não suporto mais a rotina de me ser (...)
Clarice Lispector, em A Hora da Estrela

terça-feira, 21 de junho de 2011

De encontro e desencontros

"A tarde cai e não apaga essa saudade. O céu azul sem testemunha perde a cor.O tempo corre, eu não percebo e assim. É minha vida com o fim do nosso amor... Volta que eu não quero mais. As lembranças dos meus ais. Traz o cheiro e o tempero. A beleza e a cor. Desse amor que é só da gente. Tô ficando amargurado. Com a cabeça no passado. Vem me dar esse presente..." Diogo Nogueira

Eles se viram pela primeira vez na noite de sexta-feira, no ônibus da excurssão do Carnaval
Eles se desencontraram durante quase todos os dias de Carnaval
E voltaram a se encontrar numa das noites de Carnaval
E se perderam nessa mesma noite
E ela ficou com ciúmes. E não entendeu o motivo
E se perderam novamente durante os outros dias do Carnaval
E se encontram na Quarta-Feira de Cinzas ingrata, na volta para casa
E se encontraram no restinho de fevereiro
E se encontram também nos finais de semana de março
E nos de abril
E em abril eles se desencontraram também, mas se encontraram nos aniversários, dele e dela
E voltaram a se desencontrar em maio, em junho, em julho, agosto... Porque, as vezes, os dois corações podem até querer a mesma coisa, mas nem sempre seguem o mesmo caminho. E nesses casos, o desencontro é certo
E se encontraram em setembro, mas não como antes. Foi só de corpo presente porque o coração dela não seguia mais no mesmo caminho do dele.
E continuaram se desencontrando. Ele lá pelos lados do Planalto e ela pelas bandas de Poti
E meses depois um possível encontro parecia se desenhar pelas onda da internet
E ela, com aquela mania de tentar mais uma vez  porque podedá certo, provocou um desencontro
E esse desencontro de corpos perdura até os dias de hoje. E talvez dure para sempre
Já os sentimentos e boas lembranças continuam se encontrando com o coração dela.
E talvez com o dele (ou não)
Ou só com dela
É esperar para ver...





sábado, 21 de maio de 2011

Eu só queria que ele estivesse aqui

Queria que ele chegasse na porta do meu quarto e perguntasse: Tá trabalhando não, né? Então deixa eu jogar o pouquinho?”. Eu juro que eu largaria os textos e deixava ela jogar. É porque jogar paciência é a única coisa que ele sabe fazer no computador, além de ligar e desligar.
Ou então que ele pedisse para eu corrigir as tabelas com as despesas e receitas lá da fazenda: “Carlinhaaaaa, eu acho que eu fiz alguma coisa errada. Vem ver aqui.” Dessa vez eu não reclamaria e ensinaria paciente –e pela milésima vez – como inserir uma linha na tabela.
Queria chegar da missa amanhã de manhã e ser obrigada a assistir aqueles cantadores desafinados que se apresentam num tal Viola Minha Viola.
Mas o destino nos prega umas peças de vez em quando e, pelo menos, por enquanto não vamos poder fazer isso juntos. Mas eu tenho certeza, que daqui há alguns dias ele vai está aqui em casa me aperreando.
Vai olhar o jornal ou escutar, morrendo de orgulho, minhas histórias jornalísticas. Não vai falar nenhuma palavra bonita, mas também nem precisa porque aqueles olhos verdes – os quais eu poderia ter herdado, mas não, ganhei o dedo do pé torto – não conseguem disfarçar, nem as alegrias e nem as tristezas.
Eu tô esperando, viu?? Volte logo!

domingo, 27 de março de 2011

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Vai menina, fecha os olhos. Solta os cabelos. Joga a vida. Como quem não tem o que perder. Como quem não aposta. Como quem brinca somente. Vai, esquece do mundo. Molha os pés na poça. Mergulha no que te dá vontade. Que a vida não espera por você. Abraça o que te faz sorrir. Sonha que é de graça. Não espere. Promessas vão e vem. Planos, se desfazem. Regras, você as dita. Palavras, o vento leva. Distância, só existe pra quem quer. Sonhos se realizam, ou não. Os olhos se fecham um dia, pra sempre. E o que importa você sabe, menina. É o quão isso te faz sorrir. E só
Caio Fernando de Abreu