quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

#eduardoemonicafeelings

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Não sou uma pessoa de coração duro ou sem sentimento. Ao contrário, tenho sentimento até demais o que, algumas vezes, não é tão bacaninha.
Fiquei bem mexida com sua carta e sua mensagem no celular. E não duvido dos seus sentimentos. Já cheguei a duvidar, mas hoje não mais. Acontece que meu medo é maior do que qualquer outro sentimento. Imagina se eu resolvo voltar e mais uma vez me decepciono? Não seria justo comigo.
 Como eu já disse inúmeras vezes: quero ficar com alguém que também queira ficar comigo, que participe da minha vida não por obrigação, mas pelo prazer de estar ao meu lado. Alguém que reconheça o meu valor, não só na fase da conquista, mas durante todo o relacionamento, que me dê segurança para não achar que a qualquer momento o namoro vai acabar ou ’noiada’ com a aproximação de uma ex-namorada.
Naquela sexta-feira te fiz esses questionamentos e eles continuaram sem respostas. Não senti nenhuma segurança que dessa vez seria diferente. Então, acho que se é para retomar algo que não me fez bem, é melhor deixar como está. Porque, às vezes, só o amor e o carinho não são suficientes para manter um relacionamento para sempre como você disse na carta. É preciso ceder, fazer as vontades, ser parceiro e amigo. Mas não só um dos dois, os dois  têm que está inteiros. E, você sabe, que nenhuma das vezes você esteve inteiro...
É isso!
Bjs

quarta-feira, 20 de junho de 2012

E de repente a gente descobre que aquela fortaleza não é tão forte quanto a gente pensava ser. Ou quanto à gente queria que fosse...
E nesta hora a gente percebe o tamanho da nossa impotência diante da vida.
E entrega tudo nas mãos d' Ele. Nas mãos certas.
'E naquele dia Deus pintou o céu com o azul mais bonito pra receber você vovó.'

Tá faltando você... Saudade da vovó Benigna, do sorriso, das longas histórias, do jeito aparentemente rude, porém, completamente atencioso e amoroso.

Como Fernando Anitelli traduziu em uma de suas músicas ”Tem gente rezando no escuro, tem gente sentindo ausência”. E quanta gente anda sentindo a ausência, né? A saudade é enorme e a vontade de querê-la aqui, por perto, maior ainda. Até porque, ninguém quer dizer “até logo” a quem ama. Mas chegou a hora, e repentinamente, tivemos que nos despedir. Com os corações pequenininhos e ainda sem acreditar, tivemos que dar ‘até logo’ a essa pessoa que sempre nos encheu de muito amor e carinho, com seu jeito quase rústico e teimoso de ser, mas a alegria de ter vivido todos esses anos a base de sua sabedoria nos dá forças para passar por esse momento de extrema dor e saudade.

Seus ensinamentos ficarão gravados na vida daqueles que a senhora não foi apenas uma mãe, uma avó, uma tia, uma prima, uma irmã, mas sim um porto seguro que mesmo distante tinha o poder de estar presente. A senhora se foi, mas deixou em cada pessoa, que teve a felicidade de te conhecer, um pedacinho seu.

Como somos privilegiados por ter essa recordação para sempre guardada no nosso coração.
Hoje conseguimos dimensionar o quanto aquele abraço nos fará falta. Tão caloroso amoroso e carinhoso. Sem palavras, apenas um único gesto e uma sensação de proteção total, de que nada falta.

Mas acredito que, neste momento, não deve haver tristeza em nossos corações, e sim, alegria. Tivemos a oportunidade única de conviver e compartilhar de momentos especiais. De aprender a ser forte e lutar. De vencer. E serão esses momentos e ensinamentos que lembraremos para sempre.

E quando a saudade apertar será do seu sorriso, do seu abraço, das suas palavras e histórias que lembraremos. E isso nos alimentará a continuar a seguir em frente, a lutar e ser forte.

A dor é grande, a saudade pior ainda, mas a lembrança de cada reunião familiar, das férias passadas no interior, das inumeras histórias que a senhora tinha prazer de nos contar vão estar da lembraça de todos nos.

Saudades da infância... Ahhhhh!!!! Nossa infância... Marcada:
Pela liberdade de brincar e correr de pés descalços pelo terreiro.
Pelo cheirinho do leite, do café ao fogão à lenha, da manteiga, do queijo, das coalhadas, canjicas e pamonhas preparados por vovó.

Do “ti ti ti ti”, barulhinho emitido, logo cedo, enquanto jogava milho para as galinhas. Do chocalho e mugido da boiada. De ouvir o seu berreiro: “Não vão acordar? Já está tarde, são 06h da manhã” ou “cuidado com a água menino, apresse esse banho” que mandava a gente tomar às 17h.
E ao entardecer, lá estava vovó tricotando, em sua cadeira de balanço, entre mantas, luvas e sapatinhos. Sim, era através do tricô e crochê que observávamos e admirávamos uma das suas maiores habilidades.
O tempo foi passando e fomos vendo o quanto vovó estava certa... Crianças devem aprender desde cedo o sentido da palavra respeito e honestidade. Que dividir o “muito” hoje, é prevenir que não falte o de manhã, isso se chama disciplina.

Foram muitos os ensinamentos deixados por ela. Fica a lembrança da mulher guerreira, trabalhadora, companheira, esposa, mãe, amiga e vó... A NOSSA vovó Benigna.

A vida nos ensinou a dizer adeus, a você vovó, sem tirá-la do coração. A senhora estará sempre presente nas doces lembranças, dentro de cada um de nós. Te amamos tanto que nem sabemos como explicar.

O mundo hoje é bem menos belo, menos simples, menos humilde, menos amoroso, menos carinhosoe sem o seu sorriso para iluminar nossas vidas, sem a possibilidade de encontrá-la e daquele abraço repetir. Mas conseguimos suportar a saudade, pois sabemos que está com Deus e um dia haveremos de nos encontrar, todos nós.
Que ai do Céu a senhora continue a olhar, abençoar e guiar nossos passos. Porque, aqui da Terra, ainda daremos muitos motivos pra senhora se orgulhar de nós. E hoje temos a certeza que: "Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós, deixam um pouco de si, levam um pouco de nós".

Agradecemos pela senhora ter sido a melhor avó. Tomara que aí no céu tenha um monte de anjinho potoqueiro que é para a senhora nunca se esquecer da gente.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

FELIZ ANIVERSÁRIO




Feliz Aniversário Pequeno Príncipe!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Fico incrível com esse povo que se faz de vítima das circunstâncias e esbanja bondade, mas na realidade não tira os olhos do próprio umbigo.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Brá

Passei meses me perguntando onde foi que errei, o que fiz pra tudo ter acabado assim... Será que meu beijo não é bom, será que meu amor não foi suficiente, será que me dediquei menos do que você esperava? Dai me lembro da sua frase no dia do fim: "não é voce, sou eu..." Hoje, muito tempo depois, vejo que você tem toda razão! Realmente foi você: você que não valeu todo tempo que dediquei! Você que nao mereceu todo amor que lhe dispensei, nem os melhores beijos que lhe dei! Você de fato não merece metade da mulher que eu sou, meu amor! Vá viver com as migalhas que você merece que eu vou ser feliz por completo!

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Um dia isso ia acontecer... Mais cedo ou mais tarde um novo amor apareceria na vida dele.
E ela fiquei triste. Não sei se sentimento de posse ou de perda.Ou de posse e de perda juntos. Ou a certeza do fim. Fim de uma história que tinha tudo para dar certo, mas não deu.
A história me fez lembrar a última conversa deles. Ele disse para ela que tinha aprendido a lição, não seria mais tão racional. E não foi! Arrumou uma namorada.Fez as contas e decidiu que ela e não ela era a certa para ser a namorada. Então tá!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

As vezes achamos que já estamos curadas e imunes.
Aí o tempo mostra que nem tão curada e muuuuuito menos totalmente imune como pensávamos.
E o melhor nessas horas é manter a distância segura porque como diz a música: 'a carne é fraca e o coração é vagabundo".
FATO!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Da série: Conversas no msn

Ele diz: Não gostar dele foi uma opção sua.
Ela diz: Não gostar dele foi o que me restou.

domingo, 11 de setembro de 2011

Depois de um delay de 9 meses ele se arrependeu das inúmeras besteiras que fez antes, durante e depois do (s) relacionamento (s). 
E ficou surpreso quando ela disse que não gostava mais dele e que não queria tentar MAIS uma vez.
Disse muitas coisas bonitas, disse até que casaria.
Mas agora é tarde. 
Inês é morta. 
A Princesa não acredita mais.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Pronto! Desisti de tentar entender os porquês do post anterior.
Eu até que tentei, mas tem gente que é idiota ao extremo, aí fica difícil.
FODA-SE!

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Tão estranho ver o status como on line no MSN, disponível no Gtalk ou em qualquer bate papo e não trocar uma palavrinha se quer.
Queria saber o que aconteceu para tudo ficar assim.
Queria saber se  ainda bisbilhota meus escritos, se interessa pela minha vida.
Queria saber porque nã deu certo. Por que não deu certo?



terça-feira, 5 de julho de 2011

Ahhh... Chico

"Minha vida querido; Não é nenhum mar de rosas; Volta não; Segue em paz"
"Deixe em paz meu coração; Que ele é um pote até aqui de mágoa"
“Quantas guerras terei que vencer por um pouco de paz?”
"Agora mora o meu coração sozinho como quer; Sem outra dor senão a dor de ser mulher"
"A gente vai contra a corrente; Até não poder resistir"
"E pela minha lei A gente era obrigado a ser feliz"

segunda-feira, 4 de julho de 2011

 
(...) O fato é que tenho nas minhas mãos um destino e no entanto não me sinto com o poder de livremente inventar: sigo uma oculta linha fatal. Sou obrigado a procurar uma verdade que me ultrapssa. (...) eu que quero sentir o sopro do meu além. Para ser mais do que eu, pois pouco sou. Escrevo por não ter nada a fazer no mundo: sobrei e não há lugar para mim na terra dos homens. Escrevo pois sou um desesperado e estou cansado, não suporto mais a rotina de me ser (...)
Clarice Lispector, em A Hora da Estrela

terça-feira, 21 de junho de 2011

De encontro e desencontros

"A tarde cai e não apaga essa saudade. O céu azul sem testemunha perde a cor.O tempo corre, eu não percebo e assim. É minha vida com o fim do nosso amor... Volta que eu não quero mais. As lembranças dos meus ais. Traz o cheiro e o tempero. A beleza e a cor. Desse amor que é só da gente. Tô ficando amargurado. Com a cabeça no passado. Vem me dar esse presente..." Diogo Nogueira

Eles se viram pela primeira vez na noite de sexta-feira, no ônibus da excurssão do Carnaval
Eles se desencontraram durante quase todos os dias de Carnaval
E voltaram a se encontrar numa das noites de Carnaval
E se perderam nessa mesma noite
E ela ficou com ciúmes. E não entendeu o motivo
E se perderam novamente durante os outros dias do Carnaval
E se encontram na Quarta-Feira de Cinzas ingrata, na volta para casa
E se encontraram no restinho de fevereiro
E se encontram também nos finais de semana de março
E nos de abril
E em abril eles se desencontraram também, mas se encontraram nos aniversários, dele e dela
E voltaram a se desencontrar em maio, em junho, em julho, agosto... Porque, as vezes, os dois corações podem até querer a mesma coisa, mas nem sempre seguem o mesmo caminho. E nesses casos, o desencontro é certo
E se encontraram em setembro, mas não como antes. Foi só de corpo presente porque o coração dela não seguia mais no mesmo caminho do dele.
E continuaram se desencontrando. Ele lá pelos lados do Planalto e ela pelas bandas de Poti
E meses depois um possível encontro parecia se desenhar pelas onda da internet
E ela, com aquela mania de tentar mais uma vez  porque podedá certo, provocou um desencontro
E esse desencontro de corpos perdura até os dias de hoje. E talvez dure para sempre
Já os sentimentos e boas lembranças continuam se encontrando com o coração dela.
E talvez com o dele (ou não)
Ou só com dela
É esperar para ver...





sábado, 21 de maio de 2011

Eu só queria que ele estivesse aqui

Queria que ele chegasse na porta do meu quarto e perguntasse: Tá trabalhando não, né? Então deixa eu jogar o pouquinho?”. Eu juro que eu largaria os textos e deixava ela jogar. É porque jogar paciência é a única coisa que ele sabe fazer no computador, além de ligar e desligar.
Ou então que ele pedisse para eu corrigir as tabelas com as despesas e receitas lá da fazenda: “Carlinhaaaaa, eu acho que eu fiz alguma coisa errada. Vem ver aqui.” Dessa vez eu não reclamaria e ensinaria paciente –e pela milésima vez – como inserir uma linha na tabela.
Queria chegar da missa amanhã de manhã e ser obrigada a assistir aqueles cantadores desafinados que se apresentam num tal Viola Minha Viola.
Mas o destino nos prega umas peças de vez em quando e, pelo menos, por enquanto não vamos poder fazer isso juntos. Mas eu tenho certeza, que daqui há alguns dias ele vai está aqui em casa me aperreando.
Vai olhar o jornal ou escutar, morrendo de orgulho, minhas histórias jornalísticas. Não vai falar nenhuma palavra bonita, mas também nem precisa porque aqueles olhos verdes – os quais eu poderia ter herdado, mas não, ganhei o dedo do pé torto – não conseguem disfarçar, nem as alegrias e nem as tristezas.
Eu tô esperando, viu?? Volte logo!

domingo, 27 de março de 2011

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Vai menina, fecha os olhos. Solta os cabelos. Joga a vida. Como quem não tem o que perder. Como quem não aposta. Como quem brinca somente. Vai, esquece do mundo. Molha os pés na poça. Mergulha no que te dá vontade. Que a vida não espera por você. Abraça o que te faz sorrir. Sonha que é de graça. Não espere. Promessas vão e vem. Planos, se desfazem. Regras, você as dita. Palavras, o vento leva. Distância, só existe pra quem quer. Sonhos se realizam, ou não. Os olhos se fecham um dia, pra sempre. E o que importa você sabe, menina. É o quão isso te faz sorrir. E só
Caio Fernando de Abreu

sexta-feira, 11 de março de 2011

Coração apertadinho...

quarta-feira, 9 de março de 2011

Por que eu não perco essa mania de acreditar nas pessoas, heim??

terça-feira, 8 de março de 2011

Saudade

Nesses dias de Momo senti uma saudade enorme do Carnaval de Olinda. Não só pela folia, pelo sobe e desce de ladeiras, risadas...
Acho que senti mais saudade da quarta-feira de cinzas de 2009 do que qualquer outra coisa.

"Eu sou aquele Pierrot,
Que te abraçou,
E te beijou, meu amor,
Na mesma máscara negra
Que esconde teu rosto
Eu quero matar a saudade".